“Não quero morrer, socorro”, disse jogador Daniel antes de ser assassinado

A Polícia Civil de São José dos Pinhais, região Metropolitana de Curitiba, ouviu quatro testemunhas que estavam na casa da família Brittes, na terça-feira, quando o jogador Daniel foi espancado antes de ser morto e ser deixado em um matagal, e os relatos contradizem as versões dadas pelos suspeitos do crime, entre eles, o assassino confesso Edison Brittes.

O jogador Daniel Corrêa foi assassinado no dia 27 de outubroErico Leonan/São Paulo FC

Duas das testemunhas afirmaram que ouviram Edison falar em certo momento que “isso é que acontece com mulher de bandido”. Uma das pessoas que presenciou a ação disse que Cristiana em certo momento falou para sua filha Allana Brittes: “não deixa seu pai fazer isso dentro da minha casa, você sabe como ele é”.

Leia mais…

Deixe uma resposta