Centro da ONU recebe visita de especialistas de instituto de informação científica da FIOCRUZ

O Centro Pan-Americano de Febre Aftosa (PANAFTOSA) é um centro científico da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) localizado em Duque de Caxias, Rio de Janeiro. Foto: PANAFTOSA

O Centro Pan-Americano de Febre Aftosa (PANAFTOSA) é um centro científico da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) localizado em Duque de Caxias, Rio de Janeiro. Foto: PANAFTOSA

O Centro Pan-Americano de Febre Aftosa (PANAFTOSA) recebeu em meados de outubro (16) a visita de especialistas do Instituto de Informação Científica e Tecnológica da Fundação Oswaldo Cruz (ICICT/FIOCRUZ), no Rio de Janeiro, para divulgar as atividades de seu Centro de Gestão do Conhecimento (CGC) e impulsionar a cooperação técnica com o centro da ONU.

O encontro também foi a chance de divulgar o trabalho desenvolvido pela sede da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) com o propósito de preservar a memória científica e técnica da organização, seus centros especializados e representações nos países.

No início da reunião, Dayse Bersot, responsável pelo CGC, destacou que o acervo de memória da PANAFTOSA preserva exemplares com conteúdo de caráter único da história da OPAS. Ela destacou que “o acervo de memória institucional que mantemos representa para todos nós um legado de conhecimento e descobertas, sucessos e desenvolvimento científico para as gerações futuras”.

Eliane Santos, da sede da OPAS, apresentou a trajetória do repositório institucional da organização, o PAHO-IRIS, mostrou suas coleções e todo o conteúdo disponível no acesso aberto para consulta pública. Relatou os avanços e apoio dado à PANAFTOSA com o propósito de fortalecer a memória institucional histórica da OPAS, através das contribuições científicas desenvolvidas pelo centro.

Ottorino Cosivi, diretor da PANAFTOSA, destacou a importância dos registros científicos das cepas de vírus de febre aftosa documentados nos cinco livros históricos do Laboratório de Referência da entidade, para a continuação de futuros estudos e suas aplicações na área de saúde pública veterinária.

Maria Cristina Guimarães, do Instituto de Informação Científica e Tecnológica da FIOCRUZ, ressaltou a importância e o caráter científico da preservação da memória institucional. Ela detalhou o trabalho do instituto, que inclui a coordenação dos programas de pós-graduação e a gestão do laboratório de digitalização de obras raras.

Em seguida, Mónica García detalhou o trabalho de preservação, segurança e restauração do patrimônio científico que as bibliotecas da FIOCRUZ realizam.

Entre os futuros desdobramentos da reunião, foi apresentada a possibilidade de criar um projeto para a preservação da memória institucional através da digitalização das publicações históricas, estabelecendo uma associação institucional entre ICICT/FIOCRUZ, PANAFTOSA e OPAS/SEDE.

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